Eles usam uniformes pesados e quentes; coletes à prova de bala; na maioria das vezes estão sérios, posturados e, quase sempre, senão sempre, diante de riscos. Entram em becos e vielas, precisam estar em bom condicionamento físico e prontos para as missões inesperadas e desafiadoras que surgem a todo instante. Ao escolherem essa profissão, os policiais militares têm consciência que suas maiores e principais missões serão servir, proteger e cuidar da sociedade, mesmo que isso custe a sua própria vida.
Só que, por vezes, esquecemos que quem cuida, também precisa de cuidado. É essa reflexão que o MASSA! traz nesta matéria: a atenção e o zelo que os policiais militares, em especial, os da Bahia, precisam e merecem ter, sobretudo, quando se trata de saúde mental.
Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revelaram que, em 2024, morreram mais policiais da ativa em decorrência de suicídio do que durante confrontos com criminosos. Segundo o levantamento, nos 12 meses do ano passado, o estado baiano computou cinco suicídios entre policiais militares, contra dois agentes mortos em ação: um policial militar e um civil.

