
A morte do jovem Igor Ferreira da Silva, natural de Ubaitaba registrada no último dia 25 de abril, após atendimento no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, tem gerado revolta e pedidos de justiça por parte de familiares.
De acordo com relatos da noiva da vítima, Igor deu entrada na unidade hospitalar no dia 21 de abril com uma fratura exposta no tornozelo. Ele passou por um procedimento cirúrgico ainda no mesmo dia, considerado inicialmente bem-sucedido. No entanto, o período pós-operatório teria sido marcado por falhas graves no atendimento.

A família aponta demora na troca de curativos, condições inadequadas de higiene e falta de atenção diante do avanço de uma infecção como fatores que contribuíram para o agravamento do quadro clínico.
Ainda segundo a denúncia, os primeiros sinais de complicações surgiram no dia 23 de abril, mas não teriam sido tratados com a urgência necessária. O estado de saúde do jovem evoluiu rapidamente para um quadro crítico e, apenas no dia 25, foi cogitada a amputação do membro afetado. Igor chegou a ser encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu.
Os familiares também criticam a postura do médico responsável pelo caso, alegando falta de diálogo e sensibilidade diante da gravidade da situação. Apesar das críticas, eles destacaram o apoio prestado por outros profissionais da unidade.
Com documentos e provas reunidas, a família cobra a abertura de uma investigação rigorosa e a responsabilização dos envolvidos. Até o momento, não houve posicionamento oficial por parte do hospital nem da Prefeitura de Itabuna sobre o caso.

